quarta-feira, 11 de abril de 2018

O Caso White. Meu resumo do Cap. 2.






                                                                                                               Επίστευσα, διὸ ἐλάλησα
                                                                                                                   Cri, por isso falei


                                 

Recentemente adquiri a obra O Caso White - Desvendando os Mitos Sobre Ellen G. White[i] escrita pelo ex-pastor adventista Sydney Cleveland.

Ao dar início à leitura, logo pude perceber o quão confiável foi a pesquisa feita pelo autor. Como é um livro que se preocupa em mostrar se de fato Ellen Gould White é o que os adventistas dizem ser, Cleveland usou os antigos textos em inglês da referida profetisa, comparando-os aos da Bíblia para, quem lê-los, pese-os na balança da Verdade e por si mesmo possa tirar qualquer dúvida a respeito do tema. 

Mesmo ainda estando lendo a referida obra, decidi fazer este resumo com intuito de apresentar um pequeno detalhe desconhecido de muitos adventistas. 

Bem, depois que o até então pastor adventista, Walter Rea, apresentou em 1980 à IASD (Igreja Adventista do Sétimo Dia) fontes que mostravam que Ellen Gould White havia se utilizado de textos de outros autores para passar uma imagem que ela escrevia sob inspiração divina, a referida denominação patrocinou sob a liderança de Fred Veltman (Deão do Departamento de Religião do Pacific Union College) uma investigação no livro - O Desejado de Todas as Nações (considerado o mais inspirado ou autêntico) que durou 8 anos para apurar se realmente Ellen G. White havia feito o que Rea dizia.

O resultado da pesquisa contido em (As Conclusões do Projeto O Desejado de Todas as Nações, Ministry, novembro de 1990), constatou que a profetisa do Adventismo havia de fato plagiado vários textos e que ela não tinha nada de inspiração divina. A pesquisa foi feita de forma neutra. Tamanha foi a fidelidade que Robert Olson (ex- secretário do White State) não teve outra saída senão reconhecer a desonestidade da sua profetisa dizendo que ela tanto se contradisse como fez plágios.

Todavia, isso não era novidade para a IASD, pois em 1919, 4 anos depois da morte de EGW, a mesma IASD reuniu mais de 50 dos seus melhores teólogos, líderes, eruditos e editores numa conferência que tinha por objetivo analisar EGW como - Espírito de Profecia. A conclusão que chegaram foi a de que ela era falível em assuntos de história mundial, conselho pra saúde, exegese, autoridade e outras áreas. 

Nessa leitura o autor chama a nossa atenção para dois pontos:  

1- Não foram os opositores do Adventismo quem bancaram as despesas da investigação, mas o próprio Império Sabatista.

2- A Liderança adventista fez de tudo para esconder dos seus líderes e membros leigos o resultado dessa investigação. Eles temiam uma ruína nos pilares da denominação whiteana.


Por Cristo, Itard Víctor

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1- CLEVELAND, Sidney. O Caso White. P. 29-43. 2017. Editora Reflexão.





quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Igrejas ou Pastores Decadentes?







Autor: José Gonçalves [1]




                                            IGREJAS OU PASTORES DECADENTES?

Existem mercenários, que pregam por dinheiro. Isto é um fato, mas por outro lado, existem igrejas miseráveis e pastores decadentes! Fiz um post sobre pregadores que andam procurando agenda (AGENDA ABERTA), e fiquei surpreso com a ampla repercussão da postagem. A maioria esmagadora, como eu esperava, apoiou o post porque sabe que condiz com os fatos. Agora quero tratar do outro lado da questão. Vou tratar aqui de igrejas decadentes (ou seria melhor: pastores decadentes?), que ao convidar alguém para ministrar quer recompensá-lo (abençoá-lo no jargão pentecostal) com CESTA BÁSICA ou com um "deus te abençoe! ("deus" com "d" minúsculo. Sou pastor de tempo integral, escritor e também mestre e como tal já tive a oportunidade de ver os dois lados da moeda. Já ministrei em quase todos os estados da federação (e fora do pais também por algumas vezes) e naqueles estados onde não ministrei recebi convites para ministrar, mas que devido a compromissos já anteriormente assumidos não permitiam novos agendamentos. Em nenhum deles exigi cachê ou estipulei valores para ministrar! 

Em todos os lugares que ministrei a igreja ou pastor se sentiram livres para ofertar como desejaram. Dezenas de vezes ouvi a pergunta: "Quanto o irmão cobra para ministrar em minha igreja?" Sempre respondo: "Não cobro para pregar". Então vem a sequencia: "Então como podemos abençoar o irmão?" Respondo que como pastor de igreja eu também já estou habituado com eventos de grande e pequeno porte e costumo dar uma oferta livre aos preletores convidados. Todos os que passaram por aqui sabem que foram abençoados! (Se não o foi, tem toda liberdade de dizer o contrário aqui). Pois bem, é aqui que surge a diferença entre um pastor decadente e um outro que é abençoado e tem a visão do reino. O que caracteriza, portanto, ou como se identifica uma igreja ou pastor decadente?

1. O pastor decadente, geralmente é alguém que está à frente de uma igreja por uma questão de sobrevivência. A igreja para ele é uma fonte de renda, uma vaca leiteira. Não sobra dinheiro para eventos evangelísticos, missionários, congressos, etc, porque a renda é pouca e se sair para esses "gastos" corre o risco dele ficar sem salário.

2. O pastor decadente tem a mão mirrada. Ele quer ganhar muito, mas o seu convidado que abençoou a igreja com a palavra precisa se contentar com um "deus te abençoe" ou com uma cesta básica. Conheço casos que cantores e pregadores foram abençoados com cesta básica. Em outros casos o pastor mostra todo o despreparo administrativo pondo a culpa da oferta mirrada para o convidado no baixo volume de inscrições. Não sabe trabalhar e administrar, pois se soubesse teria feito antes a reserva financeira para os palestrantes.

3. O pastor decadente faz eventos em sua igreja apenas para atender a demanda da igreja e muitas vezes nem ele mesmo se faz presente nos trabalhos.

4. O pastor decadente não apoia os departamentos da igreja. Geralmente joga toda a responsabilidade dos eventos nos departamentos, sobrecarregando os irmãos. Todavia ele, como administrador da igreja, não deixa a renda da igreja entrar como contrapartida em nada. Geralmente os crentes, como zangões de abelhas, tem que se virar nos trinta (em campanhas e mais campanhas intermináveis) para gerir fundos para eventos. É evidente que os departamentos tem que aprender a se autofinanciarem, mas não é o caso aqui. A igreja precisa dar suporte financeiro aos departamentos quando necessário.

5. O pastor decadente não ver eventos de natureza espiritual como investimento, mas como gasto. Nesse caso, que valor tem um congresso de EBD ou um congresso de Senhoras? Não sabe ele que a Palavra de Deus ministrada nesses eventos é poderosa para trazer renovo à igreja e poupá-lo de horas de aconselhamento com seus membros.

6. Por fim, o pastor decadente é alguém que a igreja leva nas costas, se tornou um peso para a igreja e para o reino de Deus.

Vamos orar para que Deus nos guarde de sermos decadentes e orar para que Deus possa despertar os que estão nessa condição.



 [1] Pastor da Assembleia de Deus em Água Branca- PI. Graduado em Teologia pelo Seminário Batista de Teresina e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí.  É presidente do Conselho de Doutrina da Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Piauí e vice-presidente da Comissão de Apologética da CGADB. Além de comentarista das revistas Escola Dominical da CPAD, é também articulista a autor dos livros: As Ovelhas também Gemem, Porção Dobrada, Por que Caem os Valentes, A Prosperidade à Luz da Bíblia e Defendendo o Verdadeiro Evangelho, todos pela CPAD.

Fonte: <https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1878862032124071&id=100000008787869&_rdr#1886005044743103>.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Mardoqueu era tio da rainha Ester?



                                                                 

                                                                                                        Επίστευσα, διὸ ἐλάλησα
                                                                                                                 Cri, por isso falei




                    
            Bem, durante o nosso tempo de Fé, por algumas vezes ouvimos nos templos cristãos que a rainha Ester era sobrinha de Mardoqueu, como, por exemplo, na canção cujo título é “Minha Conquista” que diz: “Ester, exemplo de mulher e de coragem, ainda criança perdeu os pais e foi criada pelo tio Mardoqueu...” [1].  Bem, embora esta declaração não comprometa a história da rainha,  entendemos que ela carece duma observação com base na narrativa bíblica.


Vamos reler a história? 

“Havia então um homem judeu na fortaleza de Susã, cujo nome era Mardoqueu, filho de Jair, filho de Simei, filho de Quis, homem benjamita, que fora transportado de Jerusalém, com os cativos que foram levados com Jeconias, rei de Judá, o qual transportara Nabucodonosor, rei de Babilônia. Este criara a Hadassa (que é Ester, filha de seu tio), porque não tinha pai nem mãe; e era jovem bela de presença e formosa; e, morrendo seu pai e sua mãe, Mardoqueu a tomara por sua filha.” (Et 2:5-7 ACF).
Perceberam que o texto diz que Mardoqueu criou Ester, e que esta era filha do tio dele? Que tal agora sabermos o nome do tio de Mardoqueu e pai de Ester?  

“Chegando, pois, a vez de Ester, filha de Abiail, tio de Mardoqueu (que a tomara por sua filha), para ir ao rei, coisa nenhuma pediu, senão o que disse Hegai, camareiro do rei, guarda das mulheres; e alcançava Ester graça aos olhos de todos quantos a viam.” (Et 2:15 ACF) 

 Portanto, Mardoqueu não era tio, mas um primo que teve um papel importantíssimo na vida de Ester. 


Por Cristo, Itard Víctor


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[1] Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=quqhkOi4tuw>. Acesso em 27 de janeiro de 2018. O intuito do nosso texto não é denigrir a canção, pois, além de conter muitas verdades bíblicas, é também muito bonita. O intuito é de apenas mostrar o que realmente ensinado nas Escrituras.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

A condenação do aborto na História






                                                                                                          Επίστευσα, διὸ ἐλάλησα
                                                                                                               Cri, por isso falei



Apesar de o debate sobre o aborto ser frequente em nossos dias devido a insistência de alguns que acham essa prática algo legal, desde os tempos antigos ele era visto como um crime seríssimo. Povos que não tinham o Deus da Bíblia como Senhor, como, por exemplo, os sumerianos, babilônios, assírios e hititas não admitiam o aborto em qualquer circunstância. Entre os hebreus a visão era a mesma. Flávio Josefo, historiador judeu, diz que a “Lei ordenou que todas as crianças recebam a devida criação e proibiu as mulheres de abortar ou destruir a semente; a  mulher que o faz será julgada como assassina de crianças, porque fez com que uma alma se perdesse e que a família de um homem fosse diminuída”. (Contra Apion 2. 202.). 

No código legal do Império Medo-Assírio do século 12 a.C há uma sentença de morte em desfavor da mulher que abortasse intencionalmente: “Se alguma mulher abortar intencionalmente, depois de julgada e condenada, deverá ser empalada em estacas sem enterro. E se tiver morrido ao abortar, a empalarão em estacas sem enterrá-la”. 

Todavia, tanto na cultura grega, como na romana, houve uma tolerância quanto ao aborto. Em Roma, por exemplo, existia um regulamento que determinava que filhos acima além do limite permitido deveriam ser abortados. Já para o filósofo grego, Platão, as gestantes com embriões defeituosos não deveriam dar à luz. Aristóteles ainda foi mais adiante ao defender que os bebês nascidos com deformações deveriam ser abandonados para morrerem. Os espartanos, após mergulharem os bebês numa banheira de vinho, como forma de teste, matavam os reprovados jogando-os de uma ribanceira. 

Contudo, corroborando com a Bíblia (Ex 20:13), antigos escritos, como o do pai da igreja, Clemente de Alexandria, condenam o aborto:

 “Toda a nossa vida só pode prosseguir segundo o plano perfeito de Deus se adquirirmos o domínio sobre nossos desejos, praticando a continência desde o início, em vez de destruirmos por meio de atos perversos e perniciosos a descendência humana, cujo nascimento é a obra da Providência Divina. As pessoas que recorrem a medicamentos abortivos para esconder sua fornicação são responsáveis pelo assassinato direto não só do feto, mas também de toda a raça humana”. (JR, Walter C. Kaiser. O Cristão E As Questões Éticas Da Atualidade. Reimpressão. 2017. p. 138, 139, 183. VIDA NOVA).
 A mesma condenação é vista na Didaqué ou A instrução dos Doze Apóstolos: 

“Não mate, não cometa adultério, não corrompa os jovens, não fornique, não roube, não pratique magia, nem feitiçaria. Não mate a criança no seio de sua mãe, nem depois que ela tenha nascido”. (Padres Apostólicos. 7ª reimpressão. 2015. p. 345. PAULUS). 

O médico grego Hipócrates completa a tríade pró vida:

“A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva”.     
       
                                                            
Todavia, é oportuno dizer que nem todo tipo de aborto é necessariamente inaceitável. Nisso nos referimos ao Aborto Terapêutico. Leiamos o raciocínio de Norman Geisler e Elinaldo Renovato a seguir:

O aborto terapêutico pode ser justificado pelo motivo de que salvar uma pessoa real (a mãe) é mais valioso do que salvar uma pessoa em potencial (o nenê). A mãe tem tanto a personalidade quanto relacionamentos interpessoais, o nenê por nascer não tem nenhum. E visto que a mãe tem os valores superiores finitos que o nenê não tem, segue-se que o ato de salvar a vida dela é intrinsecamente superior àquele de salvar a do nenê. Rejeitamos qualquer raciocínio que argumentaria que se a mãe fosse uma pessoa má (moral ou fisicamente, etc), então o nenê deveria ser conservado, visto ser ele uma pessoa potencialmente boa. Esta posição é utilitarista. Negligencia o valor intrínseco da personalidade e julga de acordo com o fato de a pessoa  faz coisas boas ou más. Além disto, não há garantia de que a mãe não pudesse tornar-se uma pessoa melhor, nem que o nenê não crescesse para ser uma pessoa pior do que a mãe. A fim de justificar o  salvamento do nenê e o sacrifício da mãe por tais motivos seria necessário ser onisciente. E fazer o papel de Deus é um papel perigoso! O homem finito deve contentar-se em fazer aquilo que é intrinsecamente certo e deixar as consequências para Deus. (GEISLER, Norman. Ética Cristã. 2006. VIDA NOVA).

É o aborto, realizado pelo médico, em caso de risco de vida para a mãe. O Código Penal Brasileiro permite sua realização (Artigo 128, inciso I). Nesse caso, tem-se um dilema muito sério. Se o médico deixar o feto nascer, a mãe poderá morrer. Diante disso, mesmo com um sentimento que envolve uma decisão difícil e dolorosa, aceitamos o argumento da ética hierárquica (vide Capítulo 01), segundo o qual a vida real, da mãe, possui maior valor que a vida em potencia do bebê não nascido.(RENOVATO, Lima. Ética Cristã. P. 54. 2012. CPAD).


Por Cristo, Itard Víctor

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sábado, 20 de janeiro de 2018

Jesus e o vinho em Caná






Alguns defensores da ingestão alcóolica, na tentativa de fazer com que Jesus ou a Bíblia aprove a ingestão de álcool, interpretam a fala do mestre-sala, quando este disse: ...“beberam fartamente” (Jo 2:10 ARA) como um xeque-mate contra os que se abstém do álcool pelo simples fato dessa palavra, em grego methysthōsin que vem de methyō, significar uma embriaguez, como, por exemplo, na LXX (Embriagai-o - μεθύσατε αὐτόν (Jr 31:26). Esses defensores dizem que havia um costume de se embriagar em casamentos e que Jesus endossou isso ao transformar água em vinho.

Porém, a nosso olhar o texto de João não diz que as pessoas tinham o hábito de se embriagar, pois methyō também pode ter o sentido de algo suficiente, satisfatório, razoável, regular ou moderado quando lido em  (Is 58:11) na Septuaginta. O texto diz: 

καὶ ἔσται ὁ θεός σου μετὰ σοῦ διὰ παντός καὶ ἐμπλησθήσῃ καθάπερ ἐπιθυμεῖ ἡ ψυχή σου καὶ τὰ ὀστᾶ σου πιανθήσεται καὶ ἔσῃ ( ὡς κῆπος μεθύων ) καὶ ὡς πηγὴ ἣν μὴ ἐξέλιπεν ὕδωρ καὶ τὰ ὀστᾶ σου ὡς βοτάνη ἀνατελεῖ καὶ πιανθήσεται καὶ κληρονομήσουσι γενεὰς γενεῶν (BibleWorks 9)

 O SENHOR te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos e fortificará os teus ossos; serás ( como um jardim regado ) e como um manancial cujas águas jamais faltam. (Isa 58:11 ARA) 

Este texto diz que o abençoado será como um jardim regado. Ora, regar é totalmente diferente de inundar ou afogar. Alías, se em um jardim as plantas forem afogadas pela água elas podem morrer [1]. Diante disso, é fácil entender que o mestre-sala estava dizendo que geralmente nos casamentos as pessoas tomavam o vinho bom, mas após o seus paladares ficarem totalmente regados com o sabor da uva, elas não distinguiriam qual tipo de vinho estavam tomando quando o de menos qualidade fosse servido. Não era necessário estar bêbado para não perceber a diferença. 

            Além disso, segundo alguns comentaristas, o vinho bíblico era ingerido depois de misturado com água. Vejamos as fontes:

Keener, Craig S. Comentario Bíblico Atos - Novo Testamento. P. 278.ATOS;

STERN, David H. Comentário Judaico do Novo Testamento. P. 700. ATOS;

GEISLER, Norman & HOWER, Thomas. Manual de Dificuldades Bíblicas p. 406-407. MC;

Bíblia da Reforma. Nota de rodapé. P. 1754. SBB;

BARNES, Albert. Notes on the Whole Bible - 1Timothy 5:23;
Disponível em: <https://www.studylight.org/commentaries/bnb/1-timothy-5.html>

            Desse modo, fica mais claro que Jesus ou a Bíblia em momento algum apoia a ingestão alcoólica sobretudo no modus operandi dos dias atuais onde as pessoas bebem quase todas os dias como entretenimento, algo inexistente nos tempo bíblicos.   

[1]  Disponível em:<https://www.youtube.com/watch?v=AvrEeI9iMkI>.