terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Friozinho na barriga?




                   



                                                                                                 Επίστευσα, διὸ ἐλάλησα
                                                                                                     Cri, por isso falei




No grego bíblico, há pelos menos duas palavras que se referem às entranhas ou ao ventre do homem, a saber, koilian (que vem de koilia) e splagchna - pronún (γχ = n) Splagna (quem vem de splagnon).


No A.Testamento temos:


- Splagna

“αὶ ὀβελίσκους ὀξεῖς πυρώσαντες τοῖς νώτοις προσέφερον καὶ τὰ πλευρὰ διαπείραντες αὐτοῦ τὰ σπλάγχνα διέκαιον” (4Macabeus 11:19 LXX).

“E tendo aquecido espetos afiados, eles se aproximaram deles para suas costas; e tendo transfixado seus lados, eles queimaram suas entranhas (OPE).”

- Koilian

“καὶ Αμεσσαϊ οὐκ ἐφυλάξατο τὴν μάχαιραν τὴν ἐν τῇ χειρὶ Ιωαβ καὶ ἔπαισεν αὐτὸν ἐν αὐτῇ Ιωαβ εἰς τὴν ψόαν καὶ ἐξεχύθη ἡ κοιλία αὐτοῦ εἰς τὴν γῆν καὶ οὐκ ἐδευτέρωσεν αὐτῷ καὶ ἀπέθανεν καὶ Ιωαβ καὶ Αβεσσα ὁ ἀδελφὸς αὐτοῦ ἐδίωξεν ὀπίσω Σαβεε υἱοῦ Βοχορι” (2Samuel 20:10 LXX).

“E Amessai não observou a adaga que estava na mão de Joabe; e Joabe o feriu nos lombos, e as suas entranhas foram derramadas sobre o chão; e não repetiu o golpe, e morreu; e Joabe e Abessai perseguiu seu irmão depois de Sabee, filho de Bochori.” (LXE).

- Koilian e splagna

“τὴν κοιλίαν μου καὶ τὰ σπλάγχνα μου πονῶ ἐπὶ τούτοις” (Salmos de Salomão 2:14 LXX)

“Sinto dores nas minhas entranhas e nas minhas partes internas por estas coisas.” (OPE).


No N. Testamento temos:

- Splagna

“οὗτος μὲν οὖν ἐκτήσατο χωρίον ἐκ μισθοῦ τῆς ἀδικίας καὶ πρηνὴς γενόμενος ἐλάκησεν μέσος καὶ ἐξεχύθη πάντα τὰ σπλάγχνα αὐτοῦ•” (Atos 1:18 NA27)

“Ora, este homem adquiriu um campo com o preço da iniquidade; e, precipitando-se, rompeu-se pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram;” (ARA)

- Koilian

οὐ νοεῖτε ὅτι πᾶν τὸ εἰσπορευόμενον εἰς τὸ στόμα εἰς τὴν κοιλίαν χωρεῖ καὶ εἰς ἀφεδρῶνα ἐκβάλλεται; (Mateus 15:17 NA27)

Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre e, depois, é lançado em lugar escuso? (ARA)


Porém, no NT há referências para o sentimento de amor ou ao afeto na comunhão entre os salvos:

 “Εἴ τις οὖν παράκλησις ἐν Χριστῷ, εἴ τι παραμύθιον ἀγάπης, εἴ τις κοινωνία πνεύματος, εἴ τις σπλάγχνα καὶ οἰκτιρμοί,” (Filipenses 2:1 NA27)

“Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias,” (ARA)


χαρὰν γὰρ πολλὴν ἔσχον καὶ παράκλησιν ἐπὶ τῇ ἀγάπῃ σου, ὅτι τὰ σπλάγχνα τῶν ἁγίων ἀναπέπαυται διὰ σοῦ, ἀδελφέ. (Filemon 1:7 NA27)

Pois, irmão, tive grande alegria e conforto no teu amor, porquanto o coração dos santos tem sido reanimado por teu intermédio. (ARA)

            Desse modo, uma vez que temos uma ligação entre entranhas e sentimentos, não é improvável que para os autores das obras supracitadas o centro das emoções era na barriga, já que é nela onde sentimos o famoso "friozinho" em momentos de pura adrenalina. 

Por Cristo, Itard Víctor

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Pais da Igreja Interpretam Lc 23:43




                                                                                                          Επίστευσα, διὸ ἐλάλησα
                                                                                                              Cri, por isso falei


            Geralmente, os adventistas do sétimo dia, diante do episódio ocorrido na crucificação de Jesus, procuram a todo custo estenderem suas defeituosas ideias as quais salientam que o ex-ladrão arrependido não está neste momento no Paraíso, pois, a alma, para os tais, é mortal. No pensamento destes, Jesus prometeu levar o arrependido ao paraíso só na ressurreição, não no mesmo dia das suas crucificações como ensinaram os cristãos do período da reforma e da pós reforma sobretudo os cristãos das igrejas evangélicas, quer dizer, eles fogem da crença ortodoxa, o que não lhes resta outro rótulo senão o de hereges, do ponto de vista bíblico. E, no desespero de defender o indefensável, os aniquilacionistas chegam até a citar autores do meio cristão os quais conhecem ou conheceram o grego do Novo Testamento, mas que criam de forma semelhante aos tais.

No entanto, para entender o que Jesus quis realmente dizer naquele dia,  não é nem necessário recorrer aos bons comentários e gramáticas do grego do NT, pois certamente nenhum dos atuais eruditos conhecem o grego do século I como os pais da Igreja. Vale salientar que muita coisa que sabemos do grego, como, por exemplo, a pronúncia, chegou a nós 1400 anos depois dos manuscritos originais terem sido escritos e lidos várias vezes, isto é, com Erasmo de Roterdã[1] . Desse modo, sem sombra de dúvidas, os que viveram antes de nós sabem inequivocamente o que a construção gramatical de (Lc 23:43), mesmo sem o uso de vírgulas ou pontuação diz, haja vista que falar grego, nas épocas que serão apresentadas, era algo desde o “berço”. Vamos ao que eles disseram:



Cipriano 210 d.C:


“Mas o mesmo Senhor declara no Evangelho, que aqueles que são batizados em seu próprio sangue, e santificados pelo sofrimento, são aperfeiçoados e obtêm a graça da promessa divina, quando Ele fala ao ladrão acreditando e confessando em Sua própria paixão, e promete que ele deveria estar consigo mesmo no paraíso. (Epistle LXXII. 22).


Atanásio 296 d.C:


 “...o Paraíso foi aberto ao ladrão, Hades se encolheu, as tumbas foram abertas e os mortos ressuscitados, os portões do Céu foram levantados para esperar por Ele que "vem de Edom".  (On Luke X. 22 (Matt. XI. 27). Illud Ominia).


Ambrósio 340 d.C:


 “...tu, ariano, tu consideras; que Ele dá o reino de Deus - isso você não considera. Que Ele provou da morte, tu lestes, mas que Ele também convidou o ladrão ao paraíso, a isto tu não prestas atenção.”. (Dogmatic Treatises Ethical Works, and Sermons: Exposition of the Christian Faith. XI. 96)


Agostinho 360 d.C:


“... Cristo na cruz, Cristo socorrendo algumas almas no inferno; e no mesmo dia Cristo no paraíso com o ladrão que confessou...”.  (Sermons on Selected  Lessons os The new Testament : On the Words  os The Gospel , Mat ix 25).

“...Tu tens agora Cristo, mas tu o terás sempre; porque quando tiveres partido, chegarás àquele que disse ao ladrão: "Hoje estarás comigo no paraíso". (Lecture or tratactes on the Gospel to st. John: Chapter XI. 55-57; XII).


João Cassiano 360 d.C


“Mas se você se importa também em entender as palavras ditas ao ladrão: “Hoje estarás comigo no Paraíso”, o que eles mostram claramente, mas que não apenas sua inteligência anterior continua com as almas, mas também que em sua mudança condiciona-os a participar de algum estado que corresponda a suas ações e desertos? Pois o Senhor certamente nunca teria prometido isso a ele, se Ele soubesse que sua alma, depois de ter sido separada da carne, teria sido privada de percepção ou ter sido transformada em nada. Pois não era sua carne, mas sua alma que devia entrar no Paraíso com Cristo. Pelo menos devemos evitar, e evitar com o maior horror, a má pontuação dos hereges, que, por não acreditarem que Cristo poderia ser encontrado no Paraíso no mesmo dia em que Ele desceu ao inferno, assim pontuam: “Verdadeiramente, Eu digo a vocês hoje, ”e fazendo uma parada,“ você estará comigo no Paraíso”, de tal maneira que eles imaginem que esta promessa não foi cumprida imediatamente depois que ele partiu desta vida, mas que isto será ser cumprido após a ressurreição...”  (The Conferences XIV).


João Crisóstomo 407 d.C:


“Para isso foi que colocou o publicano diante do fariseu; enquanto que, orgulho eu quero dizer e um espírito arrogante, superou até mesmo um poder incorpóreo, o do diabo; enquanto a humildade da mente e o reconhecimento dos próprios pecados cometidos trouxeram o ladrão ao Paraíso antes dos Apóstolos.” (Homilia Conceming lowliness of mind).

“E para que não possamos buscar nosso exemplo a partir de qualquer base, vamos examinar essa mesma afirmação em sua aplicação a Cristo, e então veremos a força do que foi dito. Porque nosso Senhor Jesus Cristo foi cuspido e açoitado com varas por escravos misericordiosos; e não apenas Ele não considerou isso uma falta de graça, mas Ele mesmo exultou e chamou a coisa de glória; e trazendo consigo um ladrão e assassino antes do resto para o paraíso...” (Homilies First Corinthians XXXIII).

“Porque esta geração procura um sinal: e nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal de Jonas"; e novamente Paulo diz: "pois os judeus pedem um sinal e os gregos procuram sabedoria, mas pregamos a Cristo crucificado".  A cruz abriu o Paraíso, trouxe o ladrão, conduziu ao reino dos céus a raça do homem que estava para perecer e não era digna nem da terra. (Homily on the Passage (Matt xxvi.19) ‘Father if it Possible let This Cup Pass From Me).

“Se alguém vos disser alguma coisa, direis: O Senhor precisa dele". (Marcos xi. 3.) "Hoje estarás comigo no Paraíso." (Lucas 23:43.) "Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás, mas digo-vos que todo aquele que se irar com seu irmão sem causa estará em perigo de ser julgado. " (Mateus v. 21, 22). "Vinde após mim e eu farei de você pescadores de homens." (Marcos 17). (Homilies on the Gospel of St John.  XXIV. John 2. 23).

"Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra." Diga-me, que tipo de terra? Alguns dizem uma terra figurativa, mas não é isso, pois em nenhum lugar nas Escrituras encontramos qualquer menção de uma terra que seja meramente figurativa. [...] Ele segura um prêmio sensato; como Paulo também fez, quando disse: "Honra a teu pai e a tua mãe", acrescentou: "Pois assim viverás muito sobre a terra". E Ele mesmo ao ladrão novamente: "Hoje estarás comigo no Paraíso." (Homilies on the Gospel of Matthew V.1.2).

“Pois não era menos maduro do que sacudir as pedras, mudar um ladrão na cruz e levá-lo ao Paraíso. (The Homilies on the Gospel of St John 19:16-18).[2]

      
Por Cristo, Itard Víctor

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[1] REGA, Lourenço Stelio; BERGMANN, Johannes. NOÇÕES DO GREGO BÍBLICO. P. 12. VIDA NOVA.
[2] Os textos foram pesquisados no Bibleworks. A tradução é via internet.

domingo, 3 de junho de 2018

Não se deve ofertar...






                                                                                                                     Επίστευσα, διὸ ἐλάλησα
                                                                                                                         Cri, por isso falei


É inegável que na Bíblia há ensinos pelos quais mostram enfaticamente que a Obra de Deus nunca foi e não é mantida somente por orações e jejum, mas com a entrega dos dízimos e das ofertas. Pelo menos a maioria das civilizações do passado que tinha alguma divindade como seu senhor (a), tinha o hábito de oferecer tanto animais quanto dinheiro a ela. Outros iam aos extremos oferecendo seus próprios filhos (Lv 18:21; 1Rs 11:7; Jr 7:31; 32:352Rs 23:9;), pratica esta que, assim como Deus,  duramente desaprovamos. Porém, independente de servir ou não ao Criador de tudo (Sl 24:1; 50:12; Ag 2:8) os homens entendiam que ofertar é necessário.

Todavia, não queremos aqui falar sobre como e quando ofertar ao Senhor, mas de uma forma sucinta apresentar os textos bíblicos que ensinam quando também não se deve ofertar. Abaixo separamos pelo menos cinco circunstâncias em que a oferta é inválida para Deus.

1- Não se deve ofertar sem que haja amor sincero no coração, pois Deus não recebe de quem não contribui com alegria (Gn 4:1-5; 2Co 9:7);

2- Não se deve ofertar dinheiro adquirido de forma desonesta: da prostituição, do roubo, do homicídio, do político corrupto etc... (Dt 23:18; Mt 27:3-6);

3- Não se deve ofertar enquanto houver intriga com teu irmão (Mt 5:23-26);

4- Não se deve ofertar dinheiro aos pastores em busca de vantagens (At 8: 9-24);

5- Não se deve ofertar a Deus e ao mesmo tempo ser infiel para com quem compramos fiado, pois ofertar para Obra de Deus e não pagar nossas dívidas (nos referimos aos que podem pagar, mas não querem) não significa que Deus está satisfeito com quem assim procede. Deva, mas pague (Rm 13:8).
Desse modo, agir como um verdadeiro servo é a melhor opção, mesmo diante das circunstâncias que nos fazem pensar de forma oposta à Bíblia.  

                                                              Para Refletirmos

“Não se exigia prestação de contas dos que pagavam os trabalhadores, pois agiam com honestidade.” (2 Rs 12:15);
“Melhor é o pobre que vive com integridade do que o tolo que fala perversamente.” (Pv 19:1);

 "pois estamos tendo o cuidado de fazer o que é correto, não apenas aos olhos do Senhor, mas também aos olhos dos homens. (2 Co 8:21);

“Vivam entre os pagãos de maneira exemplar para que, mesmo que eles os acusem de praticar o mal, observem as boas obras que vocês praticam e glorifiquem a Deus no dia da intervenção dele. (1 Pe 2:12).



Por Cristo, Itard Víctor


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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Ellen G. White. Profetisa de Deus ou de Baco?



                                                                                                                      Επίστευσα, διὸ ἐλάλησα
                                                                                                                            Cri, por isso falei





             A profetisa adventista, Ellen Gould White, disse, ao escrever "sob inspiração divina", que o álcool é um veneno mortal e uma violação da Lei de Deus se ingerido for. Por algumas vezes ela ensinou que os adventistas não deveriam fazer uso de bebidas alcoólicas. Tais advertências estão nas obras:

Temperança. P. 103. Ano: 1897.

Temperança. P. 36. Ano: 1898.

Conselhos sobre Dieta e Alimentos. P. 63. 1881.

         Contudo, de acordo com James White, 5 anos depois de escrever sobre os malefícios da ingestão alcoólica, Ellen White passou a ser uma usuária do *Vinho Fermentado* até o fim da sua vida. (James White à revista _Advent Review e Sabbath Herald_ setembro de 1868/Arthur L. White corrobora com a afirmação em "Ellen G. White, vol 6.p. 53).

           Ora, como fica a inspiração da inerrante profetisa? Quem a inspirou? Deus ou Baco?


Por Cristo, Itard Víctor

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 Fonte: CLEVELAND. Sydney. O Caso White. P. 146-147. 1ª edição. 2017. Editora Reflexão.


quarta-feira, 11 de abril de 2018

O Caso White. Meu resumo do Cap. 2.






                                                                                                               Επίστευσα, διὸ ἐλάλησα
                                                                                                                   Cri, por isso falei


                                 

Recentemente adquiri a obra O Caso White - Desvendando os Mitos Sobre Ellen G. White[i] escrita pelo ex-pastor adventista Sydney Cleveland.

Ao dar início à leitura, logo pude perceber o quão confiável foi a pesquisa feita pelo autor. Como é um livro que se preocupa em mostrar se de fato Ellen Gould White é o que os adventistas dizem ser, Cleveland usou os antigos textos em inglês da referida profetisa, comparando-os aos da Bíblia para, quem lê-los, pese-os na balança da Verdade e por si mesmo possa tirar qualquer dúvida a respeito do tema. 

Mesmo ainda estando lendo a referida obra, decidi fazer este resumo com intuito de apresentar um pequeno detalhe desconhecido de muitos adventistas. 

Bem, depois que o até então pastor adventista, Walter Rea, apresentou em 1980 à IASD (Igreja Adventista do Sétimo Dia) fontes que mostravam que Ellen Gould White havia se utilizado de textos de outros autores para passar uma imagem que ela escrevia sob inspiração divina, a referida denominação patrocinou sob a liderança de Fred Veltman (Deão do Departamento de Religião do Pacific Union College) uma investigação no livro - O Desejado de Todas as Nações (considerado o mais inspirado ou autêntico) que durou 8 anos para apurar se realmente Ellen G. White havia feito o que Rea dizia.

O resultado da pesquisa contido em (As Conclusões do Projeto O Desejado de Todas as Nações, Ministry, novembro de 1990), constatou que a profetisa do Adventismo havia de fato plagiado vários textos e que ela não tinha nada de inspiração divina. A pesquisa foi feita de forma neutra. Tamanha foi a fidelidade que Robert Olson (ex- secretário do White State) não teve outra saída senão reconhecer a desonestidade da sua profetisa dizendo que ela tanto se contradisse como fez plágios.

Todavia, isso não era novidade para a IASD, pois em 1919, 4 anos depois da morte de EGW, a mesma IASD reuniu mais de 50 dos seus melhores teólogos, líderes, eruditos e editores numa conferência que tinha por objetivo analisar EGW como - Espírito de Profecia. A conclusão que chegaram foi a de que ela era falível em assuntos de história mundial, conselho pra saúde, exegese, autoridade e outras áreas. 

Nessa leitura o autor chama a nossa atenção para dois pontos:  

1- Não foram os opositores do Adventismo quem bancaram as despesas da investigação, mas o próprio Império Sabatista.

2- A Liderança adventista fez de tudo para esconder dos seus líderes e membros leigos o resultado dessa investigação. Eles temiam uma ruína nos pilares da denominação whiteana.


Por Cristo, Itard Víctor

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1- CLEVELAND, Sidney. O Caso White. P. 29-43. 2017. Editora Reflexão.